Sem comprar pulseira, cartão ou totem
O evento não precisa investir em equipamento específico: tudo roda no celular que o cliente e o expositor já têm.
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Festa junina de escola, feira gastronômica, feira em geral ou encontro de food trucks: o celular do seu cliente e o do seu expositor viram o ponto de venda do evento, com caixa centralizado e pagamento por Pix, Mercado Pago, Apple Pay, Samsung Pay, PayPal, cartão de crédito e débito, vale-refeição, vale-alimentação, ticket e pontos de fidelidade — sem comprar totem, pulseira ou cartão.
É um jeito de fazer pagamento sem dinheiro em espécie que dispensa a compra de qualquer equipamento. Em vez de pulseiras, cartões ou totens dedicados, o celular do cliente vira o totem dele, e o celular do expositor vira o ponto de venda do estande, com integração direta entre os dois: o cliente paga no próprio celular e recebe um QR Code, e o lojista lê esse QR Code para confirmar e contabilizar a venda para ele.
Como cada venda passa por esse fluxo integrado, ela cai automaticamente num caixa centralizado do evento. O organizador acompanha, em tempo real, o total vendido por cada expositor, sem precisar instalar, alugar ou recolher nenhum equipamento ao final.
O modelo foi pensado para eventos em que comprar ou alugar pulseiras e maquininhas não compensa: festas juninas de escolas e igrejas, feiras gastronômicas, feiras em geral e encontros de food trucks. Também pode se integrar à gestão de eventos da Lyo, usando o mesmo cadastro do participante para ingresso e pagamento.
Para barracas em que o produto é retirado em outro ponto, como churrasquinho, pastel ou bebida, o sistema também permite imprimir a ficha de troca a partir do QR Code da compra: o cliente paga no próprio celular, recebe um QR Code, e esse código já sai impresso como ficha no ponto de retirada. Acaba a fila dupla do sistema tradicional de fichas, e cada ficha impressa fica vinculada à venda que a originou, o que facilita o controle e a auditoria no fechamento do evento.
Ele resolve o mesmo problema do cashless tradicional, mas sem o investimento em equipamento.
O evento não precisa investir em equipamento específico: tudo roda no celular que o cliente e o expositor já têm.
O participante paga direto pelo próprio celular, sem precisar de uma pulseira recarregada ou de um totem físico.
Cada barraca, food truck ou estande recebe pagamentos pelo próprio celular: basta ler o QR Code gerado na compra do cliente para confirmar e contabilizar a venda, sem alugar maquininha.
Todas as vendas de todos os expositores caem num caixa único, e o organizador acompanha o total do evento em tempo real.
Pix, Mercado Pago, Apple Pay, Samsung Pay, PayPal, cartão de crédito e débito, vale-refeição, vale-alimentação, ticket e pontos de fidelidade.
Com o caixa centralizado, fechar a conta com cada expositor fica mais simples e rastreável, sem reconciliar maquininhas separadas.
O cliente compra no celular e recebe um QR Code, que já sai impresso como ficha no ponto de retirada — sem fila dupla, e com cada ficha rastreada até a venda que a originou.
O fluxo dispensa equipamento dedicado: tudo acontece pelo celular de quem compra e de quem vende.
A organização cadastra o evento, e cada expositor ou barraca recebe o seu ponto de venda digital, ativado no próprio celular.
No estande, o cliente aponta a câmera para o QR Code do expositor ou abre o link indicado, sem precisar de uma pulseira ou de um totem.
O cliente paga pelo meio que preferir: Pix, Mercado Pago, Apple Pay, Samsung Pay, PayPal, cartão de crédito ou débito, vale-refeição, vale-alimentação, ticket ou pontos de fidelidade.
O cliente mostra o QR Code gerado no pagamento, e o expositor o lê no próprio celular. Essa leitura confirma e contabiliza a venda para ele, sem precisar de maquininha própria.
O cliente recebe um QR Code da compra. Se o produto for retirado em outro ponto, como churrasquinho ou bebida, esse QR Code vira ficha impressa ali mesmo, pronta para a troca.
Cada venda, de cada expositor, aparece no painel central do evento, dando ao organizador visibilidade de tudo o que está sendo vendido, inclusive as fichas impressas.
Sem pulseira nem totem, a experiência depende inteiramente do celular de quem compra e de quem vende — por isso alguns pontos merecem atenção.
O pagamento pelo celular deve ser simples mesmo para quem não está acostumado com QR Code ou carteiras digitais.
Barracas de festa junina e food trucks costumam ser operados por voluntários ou equipe enxuta: o ponto de venda no celular precisa ser fácil de usar sob pressão.
Confirme se o sistema aceita de fato os meios que o seu público usa, incluindo vale-refeição e vale-alimentação, não só cartão e Pix.
Eventos ao ar livre, como festas juninas e feiras, podem ter internet limitada. Pergunte como o sistema se comporta nesses casos.
O painel central deve mostrar as vendas de todos os expositores, e não só um resumo ao final do evento.
Peça para ver como fica o fechamento e o repasse de cada expositor depois do evento.
Se o seu evento usa fichas para o cliente trocar por comida ou bebida em outro ponto, confirme que cada ficha impressa fica vinculada à venda registrada, para conferência no fechamento.
Não. Neste modelo, o celular do cliente e o do expositor fazem o papel de totem e de ponto de venda, sem necessidade de comprar ou alugar equipamento.
O cliente paga no próprio celular e recebe um QR Code. O lojista lê esse QR Code no celular dele, o que confirma e contabiliza a venda para o seu estande, sem precisar de maquininha própria.
Sim. Quando o produto é retirado em outro ponto, como churrasquinho ou bebida, o cliente recebe um QR Code na hora da compra, e esse QR Code pode virar ficha impressa ali mesmo, sem a fila dupla do sistema tradicional de fichas (uma fila para comprar a ficha, outra para trocar por produto).
Sim. Cada ficha impressa fica vinculada à venda que a originou, então o organizador consegue conferir, no fechamento, se o total de fichas impressas bate com o total vendido em cada ponto.
Sim. O modelo foi pensado também para eventos pontuais e de menor porte, como festas juninas, feiras beneficentes e bazares, nos quais investir em equipamento dedicado não compensa.
Pix, Mercado Pago, Apple Pay, Samsung Pay, PayPal, cartão de crédito e débito, vale-refeição, vale-alimentação, ticket e pontos de fidelidade, tudo pelo mesmo fluxo no celular.
Não. O celular do expositor funciona como o ponto de venda dele, recebendo os pagamentos diretamente.
Sim. Esse é um dos pontos centrais do modelo: as vendas caem num caixa centralizado, e o organizador acompanha o total do evento em tempo real.
Sim, é um dos públicos principais, junto com feiras em geral e festas juninas de escolas.
Conte que tipo de evento você organiza — festa junina, feira gastronômica, feira em geral ou encontro de food trucks — e a Lyo mostra como funciona sem comprar equipamento.
Nossa equipe entra em contato em breve. Obrigado por falar com a Lyo.