Gestão de SST e eSocial
Organização de riscos, exames, EPIs, treinamentos e documentos como PGR e PCMSO, com as informações preparadas para os eventos de SST do eSocial.
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Reúna em um só lugar a gestão de SST e eSocial, os riscos psicossociais da NR-1, as inspeções, as ocorrências e acidentes e o canal de denúncias anônimas da sua empresa.
Software de segurança do trabalho, ou software de SST, é o sistema que organiza o que a empresa precisa registrar, acompanhar e comprovar sobre a saúde e a segurança de quem trabalha nela: riscos, medidas de controle, exames, treinamentos, EPIs, inspeções, ocorrências e acidentes. Ele troca planilhas, pastas e arquivos espalhados por um histórico único e rastreável.
Duas obrigações tornam esse controle ainda mais importante. A primeira é o eSocial: seus eventos de SST, como o S-2210 (comunicação de acidente de trabalho), o S-2220 (monitoramento da saúde do trabalhador) e o S-2240 (condições ambientais do trabalho), exigem informações consistentes e prontas para envio.
A segunda é a NR-1. Desde 26 de maio de 2026, os fatores de risco psicossociais relacionados ao trabalho, como sobrecarga, assédio e conflitos, devem ser considerados no gerenciamento de riscos ocupacionais (GRO) e no PGR, conforme a nova redação da norma (Portaria MTE nº 1.419/2024, com vigência prorrogada pela Portaria MTE nº 765/2025). Identificar, avaliar, definir medidas e acompanhar os resultados passou a fazer parte da rotina da empresa.
Este conteúdo é informativo e não substitui a orientação do profissional de SST ou da assessoria jurídica da sua empresa.
A plataforma reúne as rotinas de SST que normalmente ficam espalhadas em vários sistemas e planilhas.
Organização de riscos, exames, EPIs, treinamentos e documentos como PGR e PCMSO, com as informações preparadas para os eventos de SST do eSocial.
Avaliação dos fatores psicossociais por setor, inventário de riscos e plano de ação com responsáveis e prazos.
Checklists de inspeção, registro de não conformidades e acompanhamento das correções até o encerramento.
Registro, investigação e acompanhamento de incidentes, quase acidentes e acidentes, com as informações necessárias para a CAT.
Canal para relatos de assédio, violência e desvios de conduta, com protocolo de acompanhamento e proteção a quem relata.
Registro das ações realizadas para apresentar em fiscalizações, auditorias e eventuais ações trabalhistas. A NR-1 prevê a guarda do histórico do inventário de riscos por, no mínimo, 20 anos.
A implantação segue o ciclo de gerenciamento de riscos da NR-1: identificar, avaliar, controlar e acompanhar.
Cadastro de unidades, setores, funções e trabalhadores, que servem de base para riscos, exames e treinamentos.
Levantamento dos perigos e riscos, inclusive os psicossociais, com a consolidação no inventário de riscos.
Definição das medidas de prevenção, dos responsáveis e dos prazos, com acompanhamento de treinamentos, exames e EPIs.
Rotina diária de checklists, registro de acidentes e relatos recebidos pelo canal de denúncias, que também alimentam o inventário de riscos.
Consolidação das informações para os eventos de SST e emissão de relatórios para fiscalização, auditoria e acompanhamento interno.
A escolha certa reduz retrabalho com o eSocial, a NR-1 e as fiscalizações. Estes são os pontos mais importantes.
O sistema deve acompanhar as atualizações da norma e dos leiautes oficiais, inclusive os riscos psicossociais no inventário de riscos.
Prefira um histórico que mostre quem registrou, alterou ou aprovou cada informação, com guarda pelo prazo exigido.
Inspeções e registros de ocorrência precisam ser simples de preencher pelo celular, com fotos e acompanhamento das correções.
Confirme como o anonimato é protegido, quem tem acesso aos relatos e como cada caso é acompanhado.
Cadastros de trabalhadores, funções e setores devem vir do sistema de RH, para evitar digitar a mesma informação duas vezes.
O sistema deve apoiar o trabalho do SESMT e da CIPA, e não substituí-lo, e permitir que os responsáveis revisem e validem as informações.
São fatores da organização e das relações de trabalho que podem afetar a saúde física e mental, como sobrecarga, metas excessivas, assédio, falta de autonomia e conflitos. Pela NR-1, eles devem ser identificados e avaliados, com medidas de prevenção e acompanhamento dentro do PGR.
Em geral, as empresas com empregados que gerenciam riscos ocupacionais pela NR-1. Há tratamento diferenciado para algumas microempresas e empresas de pequeno porte de menor grau de risco, então confirme o enquadramento da sua empresa com o profissional de SST.
O GRO é o gerenciamento de riscos ocupacionais, o processo contínuo de identificar perigos, avaliar riscos e controlá-los. O PGR é o programa que documenta esse processo, com o inventário de riscos e o plano de ação.
Para empresas que mantêm CIPA, a Lei 14.457/2022 exige procedimentos para receber e acompanhar denúncias de assédio sexual e de outras formas de violência. A NR-1 não obriga o canal em si, mas ele ajuda a alimentar o inventário de riscos psicossociais. Confirme a obrigação da sua empresa com o jurídico.
Os principais são o S-2210 (CAT, comunicação de acidente de trabalho), o S-2220 (monitoramento da saúde do trabalhador) e o S-2240 (condições ambientais do trabalho). Como o leiaute pode mudar com atualizações oficiais, vale sempre conferir as versões vigentes do eSocial.
Não. O software organiza informações, prazos e evidências, mas a elaboração de laudos e programas e a responsabilidade técnica continuam com os profissionais habilitados.
O canal é pensado para receber relatos sem identificação de quem relata e para acompanhar cada caso por protocolo. Quem acessa os relatos e como os dados são tratados são definidos com a empresa na implantação, com atenção à LGPD.
Fale com a Lyo e veja como reunir eSocial, NR-1, inspeções, acidentes e canal de denúncias em uma única plataforma.
Nossa equipe entra em contato em breve. Obrigado por falar com a Lyo.